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Quem nunca, uma vez ou outra, disse “sim” para coisas que não queria fazer só para agradar os outros? A psicóloga Jennifer Guttman revela o segredo para abandonar esse hábito que compromete muitas vezes o próprio bem-estar: “acreditar de verdade que as pessoas querem estar com você pela sua pessoa, e não pelas coisas que você oferece melhora a autoconfiança e cria uma satisfação mais constante na vida”.

Por Luís Cunha


Quem nunca, uma vez ou outra, disse “sim” para coisas que não queria fazer só para agradar os outros? A psicóloga Jennifer Guttman revela o segredo para abandonar esse hábito que compromete muitas vezes o próprio bem-estar: “acreditar de verdade que as pessoas querem estar com você pela sua pessoa, e não pelas coisas que você oferece melhora a autoconfiança e cria uma satisfação mais constante na vida”.

No portal Psychology Today (em inglês), Jennifer listou algumas estratégias para quem deseja parar de fazer coisas só para agradar as outras pessoas e melhorar os seus relacionamentos, tanto intra quanto interpessoais. Fique atento às recomendações da especialista.

Se você está curtindo este texto, é provável que também se interesse por: “Os 3 hábitos das pessoas autênticas de verdade, segundo terapeuta”

Dica 1: não meta a colher. Jennifer Guttman não indica oferecer conselhos nem soluções para problemas, a menos que seja solicitado. Apesar da boa intenção, evite se envolver, porque, ao ser ignorado, você pode terminar frustrado ou ressentido.

Dica 2: não diga “sim” quando quiser dizer “não”. Segundo a psicóloga, ao topar coisas sem vontade, você cria uma tensão interna que ignora o seu autorrespeito e pode criar problemas no relacionamento.

Dica 3: “evite pensar demais […] e exercite a paciência para ver se algo está errado”, aconselhou Jennifer Guttman. “Seja tolerante em relação ao medo da frustração para evitar suposições erradas.” Dica 4: pare de se sentir responsável pela felicidade dos outros. De acordo com a especialista, cada pessoa precisa ser capaz e responsável, como indivíduo, pelo seu próprio contentamento.


Fonte - www.novamulher.com.br


Aviso

Este texto não fornece soluções para problemas médicos e/ou psicológicos. Em caso de dúvida, consulte um especialista antes de iniciar qualquer tratamento.





 


Agonia. A relações públicas Joana Martins, 30, já sofreu com a alta temperatura | Foto: Douglas Magno


Durante um episódio de forte estresse prolongado, é comum que a pessoa sinta um aumento da temperatura corporal, que pode ser acompanhada de transpiração e rubor na pele. Foi o que aconteceu com a profissional de relações públicas Joana Martins, 30, durante a lua de mel. “Eu estava nervosa por causa do casamento e tive febre por três dias seguidos. Minha temperatura ficava entre 39ºC e 40ºC. Eu suava muito, sentia dor no corpo, e a única coisa que aliviava era compressa com pano molhado na testa, na nuca e nas costas”, afirma.


Nesses casos, as respostas do organismo podem resultar na chamada “febre psicogênica” – popularmente conhecida como “febre emocional” –, que não é reduzida com o uso de anti-inflamatórios nem de antitérmicos. Um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no entanto, pode ajudar a desenvolver remédios para tratar o distúrbio.


Os pesquisadores do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) descobriram os mecanismos que o cérebro utiliza para controlar a temperatura do corpo em situações de estresse. “Identificamos que os neurônios do tipo Vglut2, localizados na área dorsal do hipotálamo, são os responsáveis pelo controle da temperatura corporal e participam da eclosão da febre em resposta ao estresse”, explica a pesquisadora Natália Machado, principal autora do estudo e pós-doutoranda em neurociências na Universidade de Harvard.


Experiência. Para chegar ao resultado, a equipe teve que aprender a manipular o funcionamento dos neurônios. Duas técnicas foram utilizadas para a ativação e a inibição neural: a quimiogenética, que possibilita a alteração genética dos receptores para que reajam à injeção de drogas, e a optogenética, que permite o domínio dos neurônios em resposta à emissão de luz.


“Durante o estresse induzido por mudança de ambiente, observamos que aquela população de neurônios estava ativa, e o animal, aquecido. Por sua vez, com os neurônios inibidos, essa resposta foi bloqueada”, descreve o professor Marco Antônio Peliky Fontes, do Departamento de Fisiologia e Biofísica do ICB e coautor do artigo.


Segundo Fontes, a elevação da temperatura corporal é um mecanismo de defesa diante de uma situação de estresse. No entanto, aperfeiçoado ao longo de milhares de anos, o organismo ainda não conseguiu se adaptar à transformação do ambiente urbano nos últimos séculos. Ele diz que o próximo passo é descobrir se há outros fatores que intensificam ou reduzem os sintomas.


Para que os pesquisadores prossigam com o estudo, é necessário haver financiamento por parte do poder público, afirma o professor Marco Antônio Peliky Fontes. “O conhecimento nós já temos, mas precisamos de toda uma estrutura para que novos resultados sejam alcançados. Estamos estudando a possibilidade de pedir ajuda de fora do país se for necessário”, afirma.


Flash


Diferença. A hipertemia é o aumento de temperatura por tempo curto e pouco estresse. Já a febre emocional é o aumento de temperatura recorrente, quando o estresse é crônico.


Fonte: https://www.google.com/amp/s/www.otempo.com.br


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 Embora para muitos isso seja algo improvável, um estudo revela que dormir de maneira e tempo adequado pode ser um dos


fatores-chaves contra o aumento de peso. Ficou curioso e quer saber mais sobre este tema relacionado ao seu sono?



Segundo detalhes compartilhados pelo portal Nueva Mujer, o estudo esclarece que quando você dorme pouco isso contribui para que o hormônio da fome seja estimulado, o que consequentemente pode resultar no ganho de peso.


Esta notícia pode te interessar: Método 4-7-8: Aprenda esta técnica que vai te ajudar a dormir melhor

Ainda sobre o ponto citado anteriormente, principalmente quando você dorme mais tarde, isso faz com que você sinta mais fome. Confira a seguir mais detalhes do estudo publicado pela revista mensal Jama Internal Medicine.


“O mecanismo que tem a ver com o aumento do hormônio do estresse, chamado cortisol, é o que às vezes faz você sentir a necessidade de comer mais. Dormir pouco também estimula a grelina, o hormônio da fome e, consequentemente, o aumento dessa vontade de experimentar comidas reconfortantes, portanto, uma maior necessidade de experimentar alimentos mais calóricos, inclusive os carboidratos”


Detalhes do estudo e da ‘dieta do sono’

O experimento contou com 80 adultos com sobrepeso, entre 21 e 40 anos, e que dormem em média 6 horas e meia ou menos.



via GIPHY


Após duas semanas dormindo ao menos uma hora a mais, como resultado, eles tiveram perda de peso, uma vez que consumiram em média 270 calorias a menos.



A autora do estudo e que também é diretora do Centro de Pesquisa do Sono do Centro Médico da Universidade de Chicago, Esra Tasali, comentou sobre o tema:


“A privação do sono leva a mais desejos por carboidratos e açúcar. Mas, quando você dorme mais, essas áreas não são ativadas e o cérebro funciona melhor para sincronizar o apetite com as necessidades reais”


Assim sendo, além de ter uma vida mais saudável e poder descansar mais, a dieta do sono pode ter um efeito bastante positivo na perda de peso sem fazer algo radical.  

Fonte - metroworldnrws.com.br




 


"Gratidão é a alegria manifestada em nosso coração e na mente, que transborda num sorriso de felicidade reverenciando o nosso criador pela a dádiva de estar vivo. " Ju Suzart
 

 

 


"Uma mente positiva está sempre alinhada com os seus propósitos, agindo de acordo com os seus valores, necessidades, crenças e sonhos, respeitando o seu ritmo, se colocando sempre em alta conta, sabe estabelecer limites nas suas relações, retirando-se de lugares, de pessoas e de situações que machucam, que ultrapassam as linhas do bom-senso, do respeito e da empatia."         Ju Suzart

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Olá, sou Ju Suzart, Mentora em Desenvolvimento Pessoal, Psicanalista, Analista Comportamental, Terapeuta e Palestrante. Aqui, você encontrará conteúdos voltados para o auto desenvolvimento e bem-estar, explorando temas sobre a mente e o comportamento humano, estilo de vida e atualidades. Agradeço sua visita e convido você a se inscrever nas minhas redes sociais para acompanhar mais de perto meu trabalho. Gratidão!
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